Vamos falar de coisa boa? E não é top therm , leitor. Não se assuste!
Acabei ‘tropeçando’ em um cd hoje de uma banda que eu nunca tinha ouvido, e me apaixonei, amor musical a primeira vista EXISTE SIM!
Quero falar sobre essa obra então, vamos lá falar de coisa boa:
Um dos melhores discos do ano! É o que se pode dizer de Do seu amor, primeiro é você quem precisa, álbum solo (ou quase) deGustavo Telles, o Prego da Pata de Elefante. Acompanhado pel’Os Escolhidos — um supergrupo de respeito, que se reveza nas canções —, o cara sai de trás da bateria e assume o violão e voz, atacando de compositor. O que impressiona é consistência e qualidade das canções, com um resultado final realmente muito acima da média.
O que o ouvinte encontra são 12 faixas conduzidas pelo tema do amor (ou mesmo a busca ou o fim dele), com forte influência de country rock e folk rock, muito Bob Dylan e The Band (tanto pela musicalidade quanto pelas letras). Mais que isso, imediatamente se constata que o título é um dos melhores desse gênero na história do rock nacional. Basta conferir as duas primeiras músicas — a faixa título e
Passo a Passo — para sacar isso. E como se não bastasse, esse trabalho inaugural de
Gustavo Telles & Os Escolhidos foi disponibilizado para download grátis através do projeto
Álbum Virtual Trama. É só conectar, fazer login e baixar o disco. EU FIQUEI DOIDA QUANDO VI ISSSSSSO, TIVE ATAQUES DE ALEGRIA.
Muito da incrível qualidade do disco se deve ao time envolvido nas gravações (todos reunidos na foto acima). Gustavo Telles foi muito criterioso na seleção dos seus Escolhidos. Além de Daniel Mossmann e Gabriel Guedes — seus colegas na Pata de Elefante —, participaram ainda das gravações Luciano Albo (Tenente Cascavel), Maurício Nader (Hard Working Band e Sinuca de Bico), Diego Garcia (ex-Trem 27), Diego Lopes (Acústicos & Valvulados) e todos os integrantes da Locomotores: Maurício “Fuzzo” Chaise, Jerônimo “Bocudo” Lima, Alexandre “Papel” Loureiro, Luciano Leães e Márcio Petracco. Não por acaso, muitas das faixas que entraram no álbum não chegaram nem a ter um take final.
“Os caras são muito bons. Algumas das faixas guias estavam tão boas que nem foi preciso gravar uma outra versão”, confessa Prego.